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15 setembro 2026

Digimon Adventure - Capítulo 9.7: A Última Batalha



– Martelo Vulcão!
– Canhão Flor!
Eram Jou com Zudomon e Mimi com Lilimon, que estavam encarregados de destruir as correntes de hélice dupla que avançava contra Taichi e Yamato. Porém, havia tantas correntes que elas também atingiam Jou e Mimi.
Hikari com Angewomon e Takeru com Holy Angemon davam cobertura a eles cortando as correntes com suas flechas de luz ou sua espada sagrada.
Andromon, Centalmon, Orgemon e os outros Digimons, até mesmo Gennai pilotando o Mechanorimon  foi apoiá-los.
As outras quatro crianças restantes miravam na parte de forma humana no corpo de Apocalymon.
Apocalymon usava os dados dos Mestres das Trevas que absorvera para recriar seus golpes especiais. Agora mesmo os canhões de Mugendramon apareceriam borbulhando como muco das superfícies de suas protuberâncias, prontos para disparar o Canhão Infinito.
Mas antes que ele pudesse...
– Chifre Colossal!
– Lâmina Alada!
Koushiro com Atlur Kabuterimon e Sora com Garudamon pulverizaram os canhões.
– Vamos lá, Taichi!
– Entendido, Yamato!
Taichi montava nos ombros de War Greymon enquanto Yamato montava nas costas de Metal Garurumon. Eles lançaram seus golpes especiais na forma humana de Apocalymon.
– Força Terra!
– Bafo Congelante!
A forma humana se estilhaçou em pedaços.
– Sim!
Todas as correntes de Apocalymon foram cortadas. As crianças estavam certas da vitória. Mas Apocalymon, cuja existência era originalmente uma Ideia, só precisava de um corpo físico para reiniciar o Digimundo. Ele não era afetado pela perda de sua forma física nem um pouco. Ele vinha se preparando firmamente para o big bang em seu corpo o tempo todo.
Depois do big bang, Apocalymon planejava dominar o novo mundo que seria criado dele se tornando seu deus. Ele queria se tornar o deus de um mundo morto. Um mundo que negava completamente a evolução, o crescimento, o movimento. Todos os tipos de processos transitórios em troca de silêncio e estagnação.
    Meu
        tempo
            vai
        começar
    agora!

Em algum ponto, ele tinha parado de usar 'nós' e mudado para 'eu'.
    Grande
        Big
            Banga
        da
    Morte!

O corpo de Apocalymon explodiu. No lugar onde Apocalymon estava havia um espaço sombrio cheio de uma frigidez abaixo de zero que se sentia através de todos os cinco sentidos.
O espaço sombrio encolheu momentaneamente, e então veio o big bang.
Uma onda de choque inimaginável avançou em direção ás crianças.
– Explodiu!
– É o nosso fim?
– Eu não quero isso!
– Não é o fim!
– Não importa o quê!
– Afinal...
– Nós temos um futuro!
Os Digivices das crianças brilharam forte. Todos os oitos se conectaram por linhas.
Só aconteceu do big bang estar no centro onde as outo crianças o arrodeavam. As linhas de luz formaram um cubo perfeito que enclausurou o big bang, o encolheu, e desapareceu.
– O que... foi isso?
As crianças ficaram surpresas e  chocadas. Gennai voou na direção delas pilotando seu Mechanorimon.
– O poder dos seus Digivices conteve ele!
– Então... nós vencemos? – Taichi perguntou, ainda achando difícil acreditar.
Yamato lhe deu um tapinha no ombro: – Parece que sim.
– Nós acabamos de salvar os mundos da destruição certa? – Jou perguntou com a voz rachada.
– Sim! – Sora respondeu. Ainda não tinha caído a ficha pra ela que tudo tinha acabado, mas a ansiedade que a consumia havia se dissipado, e lágrimas estavam caindo como rios de seus olhos. Sora não notou.
– Nossa, vocês são mesmo especiais, huh? – Orgemon disse alegremente a Mimi.
– Oh, você acha? – Mimi disse posando como não tivesse suado nem um pouco.
– Muito obrigado.
Andromon curvou a cabeça, ao que Koushiro disse "Não foi nada" corando de vergonha.



Mesmo no mundo dos humanos, as pessoas lá podiam dizer que a ameaça do Digimundo tinha desaparecido. O espaço vazio do Digimundo que cobria os céus estava desaparecendo gradualmente, dando lugar à luz do céu noturno.
Do leste, o sol da manhã estava começando a nascer.
Como todos tinham se preparado para a possibilidade de que nunca mais veriam o sol de novo, o sol da manhã parecia particularmente lindo. Sua luz parecia regozijar-se com as maravilhas da vida. Todas as pessoas que viam aquilo, caíam em lágrimas.

Em Odaiba, as família das Crianças Escolhidas tremiam de emoção enquanto assistiam ao nascer do sol em orações.
Pouco antes do Digimundo desaparecer dos céus, Shin Kido gritou seus agradecimentos ao seu irmão e aos amigos dele, que tinham trabalhado desesperadamente para salvá-los.
– Bom trabalho, todo mundo.




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