
"Sala" não era a palavra certa para aquele lugar.
Diziam que tinha paredes, mas não importava o quanto você apertasse os olhos, aquilo parecia de estender infinitamente como um mar branco. Caixas flutuavam em volta, algumas grandes, outras pequenas. E no centro ficava uma estrutura artificial parecida com um D-Storage, mas gigante, chamada Avalon.
Aquele era o jardim, uma localização top secreta que acreditava-se existir dentro do E.G.G. Apenas debugadores conseguiam acessar, e era onde eles suas funções eram atribuídas. Era como uma versão física dos fundos de um software, o quintal desse mundo virtual.
E ali, naquele quintal, estavam duas pessoas e seus parceiros Digimons.
Yuuki, uma garota de casaco branco maior que ela, junto de seu Impmon, um Tipo Pequeno Diabo, e Ryutaro Williams, vestido com uma jaqueta preta chique, calças militares e um boné vermelho, junto de seu Tyranomon, de Tipo Dinossauro.
Com sua pele carmesim e músculos esculpidos, o Tyranomon quase parecia coberto por uma armadura, e seu parceiro estava igualmente no auge de sua condição física.
A dupla eram veterana entre os debugadores, apesar de ter se juntado ao jogo no lançamento oficial, depois de Yuuki e Winr, que participaram da beta.
– Okay, gente, que tal checarmos a missão? – disse Ryutaro com seu entusiasmo de sempre.
Sua energia ardente lembrava a de um herói de quadrinhos, o que era exatamente o que ele almejava ser.
Era claramente contagioso, já que Yuuki erguia o punho fechado no ar.
– Issinho aí!
Ryutaro lhe devolveu um sorriso animado – levara um tempo até ele perceber que esse era o jeito de Yuuki disse "isso aí".
Tyranomon, todavia, parecia aborrecido. Ele inclinou a cabeça e perguntou numa voz atrevida e grave.
– Por que você só não diz "isso aí"?
Ao que Impmon, de pé com as mãos na cintura na altura do joelho de Tyranomon gritou de volta: – Eu penso a mesma coisa.
Ryutaro se virou para o grupo em busca de confirmação: – Todo mundo entendeu? Essa missão é simples e tranquila.
– Sim! Resumindo, é mamão com açúcar, como a gente diz no velho oeste – Yuuki transbordava de entusiasmo.
Eles tinham acabado de ver Altea, o debugador líder, e e receberam uma missão que os GMs geralmente lidariam se não estivessem tão ocupados.
Em circunstâncias ideais, debugadores não tinham que fazer mais que jogar o jogo como todo mundo. Porém quando os GMs estavam sobrecarregados, a equipe de debug agia como pares extras de mãos.
– Estamos lidando com uns vilões de verdade, trapaceando só pra ganhar o prêmio.
As palavras raivosas de Tyranomon provocaram firmes acenos de cabeça nos outros.
A tarefa dada a Ryutaro e companhia era lidar com um grupo sinistro de jogadores. Embora já fossem de conhecimento da equipe de debug há um tempo, o modus operandi do grupo só veio à luz recentemente.
A questão dizia respeito a uma série de torneios semanais menores, como um Torneio de Loja. Esses torneios eram estruturados em múltiplos blocos e prêmios eram oferecidos aos vencedores, ou até qualquer um competindo.
Itens de jogo normais estavam entre eles, mas se você chegasse aos rounds finais, você podia ganhar algo extra especial, como partas promocionais com disponibilidade limitada.
Impmon estava igualmente irritado: Chantagear jogadores com trapaças. Isso é patético.
Chantagem era a palavra exata.
Os perpetradores eram um grupo de cerca de trinta pessoas, que entrava nos torneios com pouco sucesso. O que eles conseguiam , no entanto, era identificar o vencedor de cada bloco. Então eles armariam encontros com esses jogadores e, usando ferramentas de trapaças, restringiam as capacidades de deslogar.
Eles os encurralariam, e ofereceriam remover as restrições em troca dos prêmios.
Mais aterrorizante era que a ferramenta de trapaça podia desligar todos os meios de comunicação do jogo. Portanto, era chantagem em mais de um sentido. Jogadores não podiam enviar mensagens, nem usar os chats de voz, nem ir ao centro de suporte dos GMs no distrito central de Jewel.
Naturalmente, no entanto, a ferramenta não tinha poder no mundo real.
Jogadores recorriam devidamente ao centro de suporte da I.D.E.A, e a enxurrada resultante das reclamações chamou a atenção da equipe de administradores.
Porém, os crimes do grupo não paravam dentro dos limites do mundo virtual. Uma vez que eles conseguiam os prêmios, eles entravam nas redes sociais do mundo real para vendê-los por preços ridículos. A forma de pagamento preferida deles parecia ser Chips de Artes Alternativas, e com a grande quantidade que eles os conseguiam, havia muito para compartilhar com o grupo inteiro.
Até jogadores comuns ficaram cientes dessa situação, e estava começando a afetar o número de torneios. Um círculo vicioso prestes a surgir.
– Eu não posso ficar parado vendo eles saírem impunes assim.
Visivelmente indignado, Tyranomon virou a cabeça pro céu e cuspiu uma pequena explosão de fogo, como um suspiro curto.
– Não seria melhor só mudar como os torneios funcionam? Dar prêmios diferentes, ou coisa assim. – Respondeu Impmon, seus olhos seguindo indiferente o rastro das chamas.
– Se não mudar alguma coisa, vai estragar a diversão.
– O problema aqui não são os prêmios. Mas agora que você mencionou, o que você queria que eles fossem, Impmon? – perguntou Yuuki.
Mas a resposta de seu parceiro foi sem entusiástica quanto sempre: – Eu não vou torturar meu cérebro pra responder isso. As chances de você ganhar um torneio não zero, afinal.
Yuuki mandou de volta: – Hm? Você acabou de dizer "por favor, me coloque de volta no seu D-Storage"?
– Hah. Infelizmente pra você, isso não é possível no Jardim – Impmon zombou. – E agora, hein?
– Okay, gente, que tal a gente se acalmar um pouco?
Com Yuuki e Impmon rosnando um pro outro cada vez mais, Ryutaro decidiu acabar com a briga em potencial pela raiz. Ele sempre se forçava a manter a cabeça ria, como todo adulto devia.
Declarando sua política: – Eu sei que vocês tem esse fogo, mas mantenham ele entro de vocês por hora. Precisamos ficar calmos.
– Diz o cara que sempre age como se estivesse pegando fogo – comentou seu parceiro divertidamente.
– Que coisa legal de se dizer, Tyranomon – Ryutaro respondeu com um riso apreciativo.
– E lá vai você de novo, só ouvindo o que você quer ouvir...
Mesmo me repreendendo, suas palavras sempre melhoram meu humor.
Você é mesmo o melhor parceiro – um impulso constante pra minha motivação.
Foi há muito, muito tempo atrás, quando nós se conhecemos. Naquele tempo você era só uma ilustração estática na embalagem de um brinquedo portátil de tela LCD.
Eu já achei você incrível ali, e agora, eu tenho você ao meu lado em "carne e osso" como meu parceiro.
Quem imaginaria que essa situação de sonho realizado era possível. Ser um jogador de Digimon Liberator, e ainda por cima membro da equipe de debug, me deixa insanamente agradecido.
Ryutaro balançou a cabeça: – Tem havido muitos casos, mas quase todas as vezes o trapaceiro foi encontrado e banido na hora – ele explicou.
Muitas ferramentas de trapaça foram desenvolvidas alterando o D-Storage, o que transferido do mundo real para o virtual. Isso era óbvio para os administrações da T.A.LE, porque eles usavam firmwares personalizados, que o sistema reconhecia imediatamente como um SO irregular.
Ele continuou: – Mas dessa vez, nós não sabemos como eles implementaram a trapaça. então não sabemos como eles a trouxeram pro jogo.
Não havia pistas. Tudo que eles tinham eram as reclamações dos jogadores. Era de dar nos nervos, pra dizer o mínimo. O grupo tinha acessado o sistema interno e reescrito o código, então a ferramenta era considerada legítima?
Que tipo de trapaça permitia que você impedisse jogadores de deslogar ou usar a função de denúncia? Pior de tudo, não havia provas de que uma ferramenta fora usada, além das palavras daqueles jogadores. Isso erar muito mais grave que qualquer trapaça comum.
Poderia ser um bug, então?
– Então pra resumir, não temos evidência nenhuma de que o que eles fazem é errado. Agora, isso é um problema.
– Sem evidências, não tem nada que a gente possa fazer, tem?
– Acho que não. Eles vão negar tudo e nos ignorar.
Yuuki e Impmon resumiram precisamente a situação, e Ryutaro só pôde concordar com eles.
– Eles não vão admitir abertamente. Isso é certeza.
Os perpetradores sabiam que o que faziam era errado, e ainda assim ele clamariam inocência.
Tyranomon queria ação. – Se vocês têm certeza disso, então o que sugerem que façamos?
Porém, Ryutaro ainda não revelou nada concreto. – Se os lábios deles estão selados, vamos ter que abri-los.
– É claro. O que eu estou perguntando é como?
– Eu tenho um plano!
... Ótimo.
Ryutaro amava essa frase, e tendo dirigido a conversa e aumentado a então, ele pronunciou com calma.
– Oh? Espera, sério? Vamos ouvir, Ryu!
Despertando a curiosidade de Yuuki, ele sorriu ligeiramente, sem se importar com os balançares de cabeças exasperados de Tyranomon e Impmon.
– Lembram que teve um Torneio de Loja semana passada?
– Sim, eu lembro.
– A mesma aconteceu. O vencedor foi encurralado, impedido de deslogar e forçado a desistir do prêmio.
– Certo, e foi isso que nos levou a acatar essa missão, já que o jogador conseguiu um print do nome do alguém envolvido. Então agora cabe a nós acabar com esse reinado de terror, antes que as coisas níveis alfa e ômega de asquerosidade!
– Erm, "níveis alfa e ômega de asquerosidade"? O que isso significa?
– Ah, é só uma frase qualquer que a minha mãe me ensinou.
– Isso... não responde a minha pergunta.
Com Yuuki deixando Impmon perplexo de novo, Ryutaro tentou fazer a conversa andar de novo.
– Basicamente, ela quer dizer que tão ruim quanto se pode ficar. E lição de linguagem grátis pra você: Alfa e ômega representam o começo e o fim em grego antigo.
A lição caiu em ouvidos surdos, como ele esperava.
– ... Okay, mas eu não ligo na verdade. – Impmon zombou.
Ok, pessoal, precisamos voltar pro assunto em questão.
– Agora... O que vocês acham que eles fizeram uma vez que eles puseram as mãos no prêmio? – perguntou Ryutaro, se virando para Yuuki.
– Eu já ouvi falar disso. Eles postaram uma oferta de troca nas redes sociais procurando Chips de Artes Alternativas. Muitos deles. O bastante pra umas 10 Paralelas Secretas, eu acho?
– Isso mesmo. E eu acertei a oferta.
– Você o quê?
– Huh?
– Ryu, sério...?
Os outros três expressaram suas descrenças e ficaram em silêncio. Ninguém sabia o que dizer a seguir.
Vendo as expressões confusas do grupo, ele reiterou calmamente. – Por que vocês estão confusos? Eu vi a oferta de troca online e disse sim antes de qualquer um.
A luz do sol ofuscante iluminava a área. Era ainda mais intensa por causa dos reflexos da vasta costa arenosa, dos prédio de pedra e das ondas batendo incessantemente.
A chuva nunca caía na Marinha Lápis, as nuvens também nunca cobriam os céus, e era por isso que as pessoas a chamada de "enseada do sol eterno".
Provavelmente era o local mais sereno em toda Lacuna, e atraía mais turistas que qualquer outro. Ryutaro era tão fã de lá quanto qualquer um, e ter que ir lá numa missão o aborrecia: – De todos os lugares pra se encontrar, aqueles trapaceiros...
Depois de obter sucesso com seu lance pelo item prêmio, disseram para ele coletá-lo na base da Torre Estádio Lápis. Era uma escolha audaciosa para um local de encontro, dado que era onde o torneio tinha acontecido.
– Isso não te irrita, Tyranomon?
Por que essa área exuberante tinha que ser o palco do comportamento nojento deles? O pensamento fazia as entranhas de Ryutaro se torcerem.
– Não fique não agitado. Nossa missão seria a mesma independente de onde fosse.
– Justo.
Para a tal missão, havia duas outros pares na equipe: Yuuki e Impmon, e Winr e Funbeemon.
O papel de Winr era especialmente crítico: seria ele a fazer o contato inicial com os perpetradores. Ele tinha se voluntariado, e partiu para a Marinha Lápis antes de todo mundo.
Ryutaro achava que era demais para um rapaz tão jovem lidar, mas Winr o superou no argumento.
– Se você for, eu posso ver que haverá problemas. Por outro lado, eles com certeza vão baixar a guarda comigo, já que eu sou uma criança. Então, eu insisto.
Foi meio lamentável não ter um contra-argumento, mas Ryutaro aceitou que não servia para a tarefa.
Eu conheço minhas forças e fraquezas. Por isso eu nunca falho.
Apesar da tenra idade, Winr tem uma boa cabeça em seus ombros – melhor que a minha. E ele sempre foi um debugador confiável. Então eu vou confiar nele.
Yuuki e Impmon também estão em posição.
– Ryu, esqueci de mencionar. Espimon mandou uma mensagem com um aviso – disse Tyranomon.
– É mesmo, parceiro? O que era?
– Se eles tentarem fugir, não podemos deixar que eles cheguem à Torre Estádio Lápis.
Seria o bastante para erguer a sobrancelha de alguém, mas Tyranomon explicou imediatamente.
– Vão testar o cara que derrotou o NPC descontrolado, ver se ele serve pra ser um debugador¹. Não querem que ninguém atrapalhe.
– Entendido, Tyranomon. Além do mais, tenho certeza que vamos pegá-los antes disso. Comigo, Winr e Wuuki, nós cobrimos todas as bases.
– Nada diminui o seu entusiasmo, né? E suponho que se acabar numa perseguição, eu sou maior que o bastante pra bloquear o caminho.
Tudo bem então.
Agora só falta esperar. Só mais alguns minutos até a hora do encontro.
Pra assegurar tudo, eu devia checar a área para possíveis rotas de fuga...
Justo quando ele ia começar a escanear os arredores, Ryutaro ouviu um alerta suave vindo de sua cintura.
Era seu D-Storage.
A reação de Ryutaro foi imediata.
Ele checou o remetente: Winr. Provavelmente os trapaceiros tinha aparecido.
[Yuuki, Ryu, eles viram que eu sou uma criança e parece que estão planejando tirar vantagem... Tem muitos deles, mais de dez. Por favor, venham o mais rápido possível, estou––]
Tá brincando comigo?
Pra que trazer o grupo inteiro pra uma mera troca? Não faz sentido, de jeito nenhum. Só fariam isso se...
Percebendo que a situação não era boa, Ryutaro se repreendeu. – Devia ter sido eu. Eu sabia desde o começo.
– É claro que Winr parecia um alvo mais fácil comparado comigo. Ele obviamente tem mais tempo e livre, e ainda por cima eles assumiriam que ele tem toneladas de Chips de Arte Alternativa.
Embora, ele não pudesse acreditar completamente.
Seu corpo tremia de raiva enquanto ele tentava processar o quão baixas essas pessoas tinham ido.
Era fácil esquecer, já que ele era membro da equipe de debug, mas Winr só tinha 11 anos.
Além disso, Digimon Liberator era só um jogo. Por mais realista que o VR fosse, não era real. O ponto era aproveitar como você quisesse. Isso valia especialmente para jogadores mais jovens.
Para Ryutaro, a felicidade deles era algo sagrado que ele lutava para acreditar que alguém faria pouco caso.
O que aconteceu om o "conheço minhas fraquezas"? O que acontecer com nunca falhar? Cara, que piada.
Winr se voluntariou, claro, mas eu dei sinal verde.
Que palhaço eu me sinto agora. Não é assim que e devia fazer as coisas. Isso é o oposto do que um herói teria feito.
Sua raiva autodirigida estava longe de diminuir quando seu parceiro o chamou.
– Poupe a reflexão pra mais tarde, Ryu.
– ... Okay. Melhor a gente ir.
Hora de consertar as coisas.
– Vamos nessa, parceiro!

Eles foram para uma região central da área urbana da Marinha Lápis.
Seguindo por um beco, eles chegaram a uma praça não identificada sem NPCs residentes nem arquiteturas notáveis. Era simplesmente uma parte de água estagnada na cidade, ninguém pensaria em ir lá. Mas eles tinham ido, e agora Winr, Yuuji e Ryu se viam cercados por um grupo de homens. Os parceiros Digimons da equipe estavam em seus D-Storages.
Como reportado, o grupo passava de uma dúzia. Um deles fez uma crítica: – E daí se vocês forem debugadores? Tem alguma coisa especial em vocês comparado com jogadores normais? Não.
– Sua operação disfarçada foi muito tola, vendo que não tem nada pra investigar aqui – outro gritou.
E a zombaria continuou: – Ao menos que você tenha evodências do contrário. É, acho que não têm.
O grupo não parecia se intimidar com Ryutaro revelar quem eles eram. Ainda assim ele ainda persistiu: – Você está certo, smos jogadores normais. Mas ainda veremos vocês serem punidos.
– Ah, por favor! Como a gente acabou de dizer, nada que a gente fez é contra as regras.
... Ryutaro não acreditava em nada disso. Eles realmente não vão ver a razão, huh?
Não gostando de para onde a situação ia, Winr levantou lentamente a mão indicando sua discordância.
– Não esqueça que nós concordamos com uma troca. Teríamos os meios de reportar vocês por fraude se não nos dos der o item.
– Mas você não nos deu os Chips de Arte Alternativa ainda. Eles deram, Aruba?
Um dos caras do grupo se virou para se dirigir a um homem de óculos vestindo um terno. Ele tinha um ar inconfundível de um trabalhar de tempo integra. A idade dele não parecia muito diferente da de Ryutaro. Agora que ele olhava para o grupo, eles eram todos jovens, exceto esse Aruba. Ele com certeza era o líder.
Aruba respondeu: – Não, não deram. Fora isso, vamos assumir que vocês trabalham para os administradores. Não seria um problema se eles descobrissem que há investigadores disfarçados se passando por jogadores comuns? De fato, acho que poderia criar um baita escândalo.
... Sabia que eles não iam se deitar e rolar.
Então eles acham que podem sair impunes tirando vantagem da nossa posição. Isso deixa só uma opção.
– Diga, Aruba. Por que não resolvemos isso como um jogo de cartas devia ser?
O único escândalo aqui... será o quão rápido essa sua arrogância desaparece quando eu acabar com você.
– Vamos ter uma batalha acirrada, que tal?
Continua
1- É o Shoto, do mangá de Liberator. A batalha contra o NPC descontrolado foi no Episódio 2, e a batalha de teste pra ele entrar na equipe de debug foi no Episódio 6
PRÓXIMO CAPÍTULO
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